30 de set de 2015

Em busca da Paciência perdida!

   
    Acho que todos hoje vivem uma saga em busca de exercer mais paciência na vida com as pessoas e situações do dia a dia, coisas que não são fáceis e que envolvem grande stress. As pessoas tem adotado muita coisa da psicologia vulgar presente nas frases de efeito, nas auto-ajudas, nas religiões orientais "diet", ou têm se conformado com os prognósticos dos horóscopos que dizem praticamente que o temperamento e caráter ja estão determinados pelos astros e que essa ou aquela pessoa combina ou não com você. De minha parte gostaria tratar de conselhos objetivos sobre como exercitar/desenvolver/melhorar essa questão da paciência na nossa caminhada, prometa que vai compartilhar se você enxergar verdade nesse texto.  
    A primeira coisa que eu diria é que as pessoas vivem vidas que não querem e trabalham em coisas que não gostam, ou as vezes só trabalham, e não desenvolvem Hobbies, lazeres, preferindo as vezes escolher determinada atividade mais rentável financeiramente sem saber que acumular insatisfação ao longo de anos pode resultar numa falta de paciência geral, e uma insatisfação com praticamente todas as coisas na vida. Uma vida em que a pessoa não vê sentido ou não se sente realizada diminui as defesas do ser contra tristezas, stress, crises, e outras eventualidades que fazem parte da vida.
    Economizar palavras é algo muito útil na busca por mais paciência, hoje nós somos muito produtores de ruídos e barulhos, gostamos muito de falar, falar, falar, e se analisar bem pouca coisa do que falamos aproveita alguma coisa. Comentários inúteis, entrar em demandas que não são suas, coisas desse tipo que nos colocam em situações de stress desnecessário. A ideia é guardar todas essas energias para situações que de fato demandem força interior e perseverança, e não se preocupar com coisas que analisando bem são frívolas.
   Todas essas práticas acima não são de fato efetivas sem uma entrega e confiança em Deus praticadas diariamente, experimentar a graça de Deus e viver o milagre a transformação. abandonar as próprias razões e justiças, deixar o Espírito Santo operar. Essas coisas são oriundas de uma vida aonde há meditação e leitura da palavra, oração, comunhão.  Espero que tenha se motivado a uma virada na vida em relação ao seu cuidado.

18 de set de 2015

Profetas Pessimistas!

   
 Nosso objetivo é tentar pensar um pouco fora do senso comum sobre vida e caminho com Deus, e nesse sentido hoje gostaria  de falar a respeito do Pessimismo na vida do cristão. O pessimismo normalmente é confundido com falta de fé e murmuração, uma pessoa que tem fé normalmente é visto pelas pessoas como uma pessoa de pensamento positivo, que nunca reclama e sempre está alegre, isso asfixia certos tipos de pessoas na parede, praticamente obrigado a assumir uma coisa que nem sempre faz parte do nosso estado de espirito ou personalidade. Gostaria de ensaiar algo sobre esses conflitos sem saber qual conclusão isso dará.
     Pessimismo é definido a principio como uma visão um pouco cruel da vida, é um cacoete de ceticismo em relação as coisas, meio que uma flexão para um lado mau da existência que as vezes as pessoas querem tanto fugir. Não é o meu objetivo aqui fazer uma apologia ou pregação do pessimismo como algo "legal", a maioria dos pessimistas mesmo nem gosta de enxergar as coisas que consegue enxergar, e tentam dar uma melhorada para poder viver a vida, tenho como objetivo mostrar que o senso comum está errado e de como é possível ter um temperamento pessimista e ao mesmo tempo ter uma fé inabalável em Deus.
     A base da minha reflexão sobre isso será o Profeta Jeremias, entendo que ele seja um clássico exemplo de um homem chamado por Deus para pregar o evangelho em seu tempo, porém marcado como alguém que pregava em forma de lamento, que tinha uma pregação bem negativa, que dava prognósticos bem amargos, e depois chorava e clamava muito a Deus como um intercessor pelo povo que jazia em muitos erros irremediavelmente sentenciados com o cativeiro. O chamado profeta "chorão" teve um ministério em que pregou durante 50 anos aproximadamente, e os relatos dão conta de que ninguém se convertera ouvindo seus juízos, pelo contrário acabou praticamente sozinho não fosse a companhia de um eunuco (que não era ninguém naquela época), e o seu companheiro escrivão Baruque. O pregador estava prometido em casamento quando jovem até que Deus falara que ele não tomaria mulher em casamento e desde então sua vida foi pregar para um povo que jamais ouviria suas palavras, pelo contrário o humilharia, desde o menor até as  autoridades daquela época. Uma passagem que marca bem o pessimismo de Jeremias diante dos fatos cruéis em que ele se deparava é a passagem em que ele amaldiçoa o dia em que nasce, dizendo que um aborto era mais feliz que ele: "Maldito seja o dia em que eu nasci! Jamais seja abençoado o dia em que minha mãe me deu à luz!"(Jeremias 20:14), Nessa passagem depois de surrado a mando do Rei por entregar uma palavra dura, ele indaga com Deus e fala dessa forma, como se o "Destino" ou "Deus" o tivesse marcado ele para o sofrimento de não ser nem um pouco reconhecido pelo povo em sua época. Leia mais todo o livro de Jeremias e observe como a mensagem e os conflitos existenciais dele se confundem, isso é óbvio porque o profeta só prega aquilo que encarna do contrário é mero teatro.
     O Profeta ainda tem um livro com o sugestivo nome de "lamentações" nada mais pessimista hoje do que alguém que fica lamentando do seu lado, contudo posso dizer como um pessimista que sou que tal disposição não está ligado a falta de alegria não, é apenas um realismo muito pesado, mas em contra partida o milagre é a superação de tudo e manter uma esperança final maior do que qualquer crueldade existente. O chamado do evangelho é para vivermos uma Paz que excede todo entendimento ainda que nossas circunstancias sejam desfavoráveis e queiram tirar de nós o ímpeto de alegria. A nossa escatologia é de um final em que a vida vencerá a morte completamente, e triunfaremos com Deus no final, o nosso jogo é de vitória no final de tudo. Podemos exercitar isso e comemorar antecipadamente com uma vida de servo, de filho, e ser lembrado com um legado de vida como Jeremias e eu exemplo de entrega e confiança final.


7 de set de 2015

Era só mais um Francisco!

   
 A primeira semana de setembro/2015 foi de fatos marcantes ao redor do mundo, estamos ainda assistindo um êxodo de refugiados dos países em guerra civil e regimes ditatoriais, mas curiosamente na semana passada houve um fato aqui no Brasil, mais precisamente em São Paulo que nos comoveu muito: Um morador de rua morreu tentando proteger uma mulher numa briga com um homem armado, as imagens correram os noticiários e nos chocaram pela brutalidade com que um homem desferiu tiros naquele senhor de 61 anos que ja morava na rua há 10.
     A figura do homem tem sido tão desqualificada na sociedade, a masculinidade está desidratada, moída de tantas formas por movimentos que se pretendem representar as mulheres com discursos de divisão de categorias, que me vejo assim na obrigação de louvar a iniciativa corajosa desse homem que arriscou sua vida para ajuda a uma mulher nas mãos de um louco. Quantos fariam o mesmo? creio que poucos, nossa primeira reação seria de auto-proteção e fuga, mas pelo que vemos nos vídeos aquele senhor não hesitou de ajudar, sabendo de todos os riscos.
    Precisamos louvar sempre esses bons exemplos, "Franciscos" da vida que nos inspiram e nos motivam não podem ser esquecidos assim tão facilmente, os noticiários não estão mais dando a visibilidade a esse fato, mas cabe a nós guardar esse homem na nossa memória e contar para quem não viu o bom exemplo que foi dado. Nós somos muito responsáveis pelas próximas gerações de homens que virão, em ensinar, motivar, encorajar, e formar vários "franciscos" que deem suas vidas no trabalho, na família, com honra, com moral, com dignidade.
    Hoje o Pai que rouba na empresa, que sonega impostos, que vive do "jeitinho brasileiro" é aquele que chega em casa e beija os filhos e a mulher e posta foto com a família, ou seja, estamos caminhando para um tipo de psicopatia generalizada na sociedade, aonde as pessoas estão anestesiadas e não sentem mais o peso de seus erros e responsabilidades, não são constrangidos quando fazem coisas erradas. Nós temos relativizado tudo e a fatura chega cada vez com mais Juros de tudo isso. Não temos mais responsabilidade com as crianças, com as pessoas, com a nossa própria moral, isso sem falar de Deus, a quem se deveria temer, pois pode lançar a alma e o corpo no inferno.
    Para resumir bem a ideia desse texto eu usaria a palavra legado. Qual tem sido a nossa obra? O seu Francisco que era um morador de rua, um ser invisível para muitos, deixou um belo exemplo de bravura que nos coloca pensativos sobre nós mesmos que temos casa, comida, roupa, que temos família e pessoas que nos rodeiam. O que nós temos feito? o que é importante para nós? somos o tipo que vai morrer sem inspirar ninguém, sem motivar, sem transmitir vida a outros? fica para nós pensarmos mais e mais sobre isso, e se levantar para plantar uma nação de franciscos que não se calam, diante do mau e da injustiça e que levam para dentro de casa muito mais que dinheiro, mas brilho nos olhos, exemplo, e inspiração de vida.

5 de set de 2015

Se Deus é bom porquê deixa acontecer o Mal?

   
     Todos nós estamos perplexos com as coisas que andam acontecendo no mundo, poucos são alienados ao ponto de não ver quantas barbáries estão acontecendo. Todos viram a chocante imagem de uma criança síria morta na beira do mar por ter caído do bote aonde estava com seu pai refugiado de um país cujo presidente está massacrando a população. Essa Foto nos coloca em posição de perguntar porquê isso acontece? se Deus existe, aonde esta ele diante disso? porquê ele permite tais maldades? Com poucas palavras sem ser cansativo quero colocar uns pontos que nos ajudarão a refletir sobre essas questões.
      Como a nossa proposta é pensar sob uma perspectiva cristã não há como não voltar ao pecado original(Gênesis 3) como fonte da nossa caminhada e retornar a pergunta de uma outra forma: Nós como raça humana temos desde o principio tido uma atitude de rebeldia para com Deus, o homem tem se entregado a toda sorte de ganâncias e egoísmos, temos mergulhado em nossos prazeres e projetos de felicidade pessoal, mas queremos perguntar pra Deus qual é a razão de tanta injustiça? a pergunta sobre Deus permitir o mau sendo ele bom é honesta e lógica(em partes) eu admito, mas muito mais honesto e mais lógico ainda é perguntar se o homem têm procurado a Deus, ou se ele tem se rebelado cada vez mais contra a ordem natural das coisas que são impressas em suas consciências e expostas na palavra de Deus, é sempre mais maduro olhar para si ao invés de buscar em algo fora de nós.
     Alguém que se omite diante das coisas erradas e injustas todos os dias, alguém que não se envolve em nenhum bem para outros, que vive seus caprichos, cumprindo suas vontades nos outros, não me parece ser a pessoa mais indicada a dizer o que é injustiça, quanto mais questionar se Deus é justo ou não por coisas que acontecem no domínio da ação humana. Os mesmos que defendem o aborto como método contraceptivo por exemplo, são aqueles que colocam suas Dúvidas em relação a Deus, não por que estão com dúvidas, mas por que não querem de fato a vida que Deus propõe a eles. 
    Talvez se estivesse o homem afirmando sua responsabilidade, seu pecado, sua atitude rebelde, anti-Deus, tivéssemos uma esperança, mas sei que não haverá, alguns homens de fato são réprobos, são envenenados, engodados com o pecado de uma tal forma a não mais se enxergar mais sua condição miserável. Somos industriais na produção de pecado e injustiça, somos lentos e artesanais na produção de bondade e na prática das coisas reprovadas por Deus, essa conta não fecha, essa relação está em desequilíbrio. Nós seres humanos somos assim mesmo desencontrados, perdidos, e sempre procurando respostas fora de nós, ignorando a nossa condição, erramos e erraremos sempre o alvo.
   Fica o fato de que não temos razão em questionar a bondade sendo nós a causa da maldade, essas questõezinhas soam lógicas, porém guardam em si um tanto de blasfêmia, pois não podemos em hipótese alguma questionar a bondade e a justiça de Deus, bem  como sua soberania. Diante de uma tragédias nos resta silenciar e pensar sobre nós mesmos e tentar voltar para Deus.







20 de ago de 2015

Existe Bibliolatria?

   
 Olá! nesse texto bem rapidamente quero tratar daquilo que creio quando o assunto é bíblia, sim bíblia como palavra de Deus inspirada e a forma como devemos encarar essa inspiração  para que ela tenha a importância que lhe é dada, pois Paulo diz em 2 Timóteo 3.16: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino (...)”. Não podemos relativizar o seu valor, porém não podemos idolatra-la e fazer dela um tipo de alcorão para cristãos, por isso quero discutir nesse texto o conceito de Inspiração em que creio, Portanto vou pular a parte aonde diria que a bíblia é palavra de Deus e não nasceu meramente  por vontade ou por decisão humana (Pois acho isso indiscutível) e ir logo para a definição que me parece mais coerente.
      O reformador Martinho Lutero não cria no conceito assim chamado de "inspiração verbal", que significaria que Deus soprou cada palavra, cada construção e formulação verbal estando os escritores como "fora de si" mais ou menos no estilo "chico xavier psicografando". Creio e não estou sozinho ao crer nisso que os escritores bíblicos  escreveram "ao seu jeito" as coisas que viram e ouviram, usando sua percepção limitada, dentro do tempo e espaço, ou seja, Deus usou pessoas concretas, de carne e osso, e não meramente "cavalos" para transmitir suas mensagens.
      Muitas pessoas crêem na inspiração verbal da bíblia valorizando muito mais o que está escrito do que o sentido daquilo que está dito no texto, isso cria problemas de sacralização da letra em detrimento de seu significado, os escritores do novo testamento não tinham essa intenção ao escrever e isso é muito óbvio, escreveram textos que não imaginavam que seriam lidos dois mil anos depois. A Bíblia tem erros humanos de pequenas discordâncias nas narrativas, de traduções (pois não temos originais e sim cópias), e de escrita, pois nem todos dominavam muito a língua grega, Alguns acham que admitir isso é relativizar o teor divino das escrituras colocando-a como livro comum, mas ao contrário acho que isso a torna mais divina ainda, pois a mensagem da salvação em cristo não foi comprometida e o testemunho dos primeiros cristãos é verídico a partir da leitura de atos.
     Tomemos cuidado, pois temos vistos movimentos de todos os lados falando de “palavra de Deus”, “lei de Deus, “vontade de Deus” que são na verdade dogmatistas, letristas, legalistas, exclusivistas,  que acham que bíblia e Deus são sinônimos, ou que bíblia e evangelho são a mesma coisa (outra distinção forte na teologia de Lutero). Como eu não acredito na clareza das minhas palavras “inspiradas” rsrsrs, deixarei  textos que reiteram esse posicionamento.



29 de jul de 2015

Foi Namorar Perdeu o Lugar! Será?

Meu Texto de hoje bem curto é sobre Namoro ou sobre o conceito de relacionamentos na juventude e como de fato fazer uma boa aplicação da ética-cristã puxando para essa dimensão da vida que me parece muito importante hoje as pessoas terem uma boa orientação sem tabus ou moralismos. Tenho bastante medo de certas ditaduras de formas que são impostas nos círculos de debates que se pretendem ser teológicos, longe de min dizer essa ou aquela forma seria a certa e outras não, colocarei visões como opiniões minhas conforme o que eu vejo na escritura.
Não havia nada parecido com o namoro como nós vemos hoje  nas culturas antigas, fica difícil dizer como e quando o jovem deve ou não se relacionar porquê nos tempos de Jesus por exemplo casava-se cedo, no que chamamos hoje de adolescência, aonde as disposições físicas, sociais, culturais, e financeiras ja eram bem resolvidas não havendo maiores problemas nos arranjos familiares. Era tudo mais simples não havia grandes discussões sobre isso, dito isso gostaria de colocar uns pontos que vejo importante sobre isso no sentido de ajudar a cada um formar sua visão. 
      Independente do contexto bíblico a prática sexual entre as pessoas se dava dentro de um compromisso, o nome que isso tem varia de acordo com a cultura, o que é mais importante ressaltar é que não se tinha relações sexuais com qualquer pessoa e largava pra lá, que a família sabia, e que essa relação era impensável terminar se não fosse o caso da outra parte falecer.
      Muitas vezes as pessoas não relevam que hoje com as mudanças na vida social as pessoas não podem mais casar cedo, não tem condições de casar principalmente por questões financeiras. Se há anos atrás o homem com uns 20 anos mantinha sozinho um lar com filhos hoje já não é mais possível. Por isso vemos pessoas casarem com 30 e poucos, causando uma assimetria em  relação aos desejos sexuais que já estão acontecendo desde os 14 ou 15 anos. Me parece ai uma hipocrisia de alguns que descem a marreta e batem o pé com tom de condenação nos jovens que além de viver a pressão dos próprios desejos normais em sua faixa etária, sofrem com a pressão da cultura altamente hedonista seduzindo a pessoa para todo lado. 
      O impulso sexual é tão fundamental que a pessoa vai buscar alguma maneira de expressá-lo, nem que seja da menor forma possível, faz parte. O máximo que se pode recomendar é se orientar de forma a canalizar aquelas energia para alguma outra coisa, mas isso tem prazo de validade. 
      Acho que Devemos sim buscar o ideal de Deus para nossas vidas, aquilo que contribui para o caráter, existe sim condições de ser santo sem ser moralista arrogante, e sem desistir e largar pra lá, vivendo uma vida feia, libertina, danosa para alma. Mas devo dizer que Deus não tem nenhum obsessão com isso, se fosse o caso ninguém passaria, porquê eu vejo na história bíblia tantos homens com problemas muito mais sérios nessa área e que não foram privados da graça. Alguém pode ler isso e achar que com isso eu esteja relativizando as coisas, mas acima eu disse sobre a importância de se buscar o Ideal de Deus, que de fato é o melhor, é mais saudável.
      Todas as verdades devem ser vistas com os olhos da graça, acho que é central entender isso, que ninguém de fato sincero será privado de desfrutar e um genuíno relacionamento com Deus,  que a vida é sempre mais importante, que há sempre caminho para Deus aonde a religião fecha.

Coisas a Acrescentar e a criticar, deixe nos comentários.

Paulo Gustavo










23 de jul de 2015

Cristãos à Esquerda, O que pensam eles?

   
       Gostaria de expressar opiniões oriundas de incômodos meus a  respeito de muitos pastores que têm opinado sobre política, economia, problemas sociais ou coisas que o valham. Não quero afirmar uma desonestidade baseado em suas opiniões e visões, nem sempre é isso, acredito que o brasil é carente ainda de um debate, de leitura, e cultivo de idéias entre os diversos modelos econômicos e políticos, pois vivemos numa hegemonia de pensamento estatista-coletivista há muito tempo, a democracia brasileira ainda é uma criança e creio que podemos e devemos tomar a frente para que ela se desenvolva bem.
     Vou pontuar rapidamente burrices que o debate com pastores esquerdistas-estatistas nos impõem em seus textos, livros, postagens e comentários e que eu fico com certa preguiça de falar, as vezes é insuportável ficar lendo comentários sobre política vindo de certos Pastores que admiro muito em que sempre aprendi com eles. Apesar de alguns considerarem eu não os vejo como hereges, eu os chamaria de desinformados ou burros mesmo, dá pra ver que eles não sabem nada de economia.
     1° Quando falarem de pobres ou ricos, conceituem economicamente o que é pobre e rico no brasil, todos os pastores que vejo falarem de pobres e ricos usam conceitos do marxismo classista, e não da economia aonde você tem que fazer conta estatística. Outra coisa que vejo e sinto é que eles acham que existem muitos ricos no Brasil, tipo lista da Forbes (Brasil não tem tantos ricos assim), também vejo que eles falam de pobres como se esses tivessem passando fome ou coisa do tipo miserável, tudo isso por falta de critério em definir uma coisa e outra pela economia e não por abstrações da sociologia.
     2° Depois do Primeiro erro em definir rico e pobre com critério aceitável  os outros são consequências, eles acham que a causa da pobreza é a riqueza, ou sejam, eles erram em definir o que é rico e pobre no brasil e ainda colocam a culpa da pobreza na riqueza com a  teoria marxista da exploração( que já foi refutada por outros que eles não leram)
     3° Depois das diarreias conceituais anteriores aonde eles ainda apontam uma solução para o conflito entre "ricos" e "pobres" que precisa de um estado promotor do "bem" e da tal "Justiça social", Bom o mínimo estudo de todos os países que se desenvolveram é que o papel do estado era limitado a saúde, educação, segurança e leis. Isso significa que o Estado não tinha empresas, não fazia papel de pai das pessoas tirando de uns e dando a outros, entre outras coisas que marcam fortemente o estado brasileiro altamente patrimonialista-corporativista. 
     
    Ainda quero muito acreditar que esses Pastores não conhecem conceitos como o de livre mercado, estado mínimo, escassez econômica e coisas do tipo. Ainda quero acreditar que a burrice deles é fruto de anos de doutrinação e de falta de informação. Até pouco tempo atrás eu pensava como eles, então quero dar esse desconto. Quem sabe um dia me encontre com eles e tenha um debate em que possa falar-lhes pessoalmente.








22 de jul de 2015

Resenha da Obra " A biblioteca de C.S Lewis"

   
 C.S Lewis foi um dos pensadores cristãos mais influentes e respeitados em seu tempo pela sua trajetória de vida que teve seu inicio como um ateu militante, mas que por investigações próprias se vira rendido ao evangelho, passando a ser um dos literatas, cronistas, e debatedores mais importantes na defesa do cristianismo quando a Europa era assolada pela descrença ateísta-relativista. Tão importante quanto ler sua obra é também saber as leituras que influenciaram essa mente tão criativa e tão brilhantes Quais foram as fontes em que C.S Lewis bebeu? quais autores foram objeto de suas investigações? Essa obra é uma reunião de textos que mais impactaram a vida intelectual/espiritual de Lewis servindo de faróis em sua caminhada e na sua busca.
     Nessa obra com cerca de 360 páginas vemos textos Diversos de autores dos mais diferentes, não se consegue ver uma linha que identifique esse e aquele autor. Poetas, Místicos, clássicos da Filosofia, da Teologia, textos jornalísticos e tantas obras soltas compõem todo o livro. Os Temas abordados por tantos autores falam de verdade fundamentais no cristianismo, espiritualidade contemplativa, abordagem sobre o problema do sofrimento, céu, a natureza do amor de Deus, amor eros, e outros tantos assuntos. Percebemos que as áreas de interesse de Lewis são de natureza mais existencial humana do que meramente dogmática e sistemática, Sua biblioteca é repleta de textos não ligados a temas necessariamente cristãos, mas muito de natureza humana e suas ambiguidades e de como o cristão vive essas ambiguidades.
    Gostaria de Recomendar Esse livro que representa para min uma introdução ao mundo desse profícuo escritor/pensador, e de quebra ter um micro-curso de pais da igreja, reforma, espiritualidade cristã, apologética, e poesias. Com essa obra aprendo que faz parte da caminhada de qualquer que se proponha a trabalhar com a teologia de também ter um repertório dentro das artes, filosofia, linguagem, e outros tipos de conhecimento que não apenas a bíblia ou a tradição cristã.


História de C.S Lewis

Obs:  A referida Obra pertence a Editora Mundo cristão

Paulo Gustavo

25 de mar de 2015

A santidade do Trabalho

     
O significado do trabalho ao longo dos últimos séculos tem se perdido muito em meio as filosofias e ao descaso da igreja quanto ao assunto, percebemos no dia a dia que exercer a vida profissional é só um meio para obtenção de algum ganho que o mantenha enquanto a morte não chega,  outro mais "elevados" encaram como um dever social, mas vemos poucos encararem o trabalho como realmente nos foi proposto nas escrituras e que ficou claro com a reforma protestante.
     Uma das maiores propostas da reforma protestante foi o "sacerdócio universal de todos os crentes", significando dizer que não havia mais pessoas supostamente mais espirituais do que as outras por causa de uma função na igreja-local, que ninguém era mais sacerdote que ninguém  e todos são sacerdotes uns para os outros e para si mesmo dependendo apenas do Sumo-Sacerdote Jesus. A partir de então a maior pergunta foi Como Glorificar ao Pai? se antes só quem tinha a vida mais nobre e mais "espiritual" eram os separados a vida eclesiástica? Como exercer esse sacerdócio universal? se eu não tenho uma vida "separada" para Jejuns e orações como os antigos padres tinham? A resposta para essas perguntas foi com a palavra "Trabalho". A partir dali os crentes entenderiam (ou deveriam ter entendido) que exercer a sua vocação profissional era santidade na vida, que o melhor deveria ser feito, então foi formado todo um entendimento a partir dos estudos de Lutero e Calvino que compreendia a questão da vocação divina não só para quem se dedicasse a vida eclesiástica, mas a vida comum como um domínio de Deus e deveríamos refletir sua imagem ali.
    Uma história famosa de Lutero diz que uma pessoa veio até ele e perguntou o que poderia fazer para glorificar a Deus na sua vida, O reformador perguntaria sua profissão  e receberia a resposta de que o homem era sapateiro, pois bem, foi orientado por ele a fazer o melhor sapato e vender por um preço justo. Essa historinha retratada a teologia prática por trás do Sacerdócio Universal proposto pela reforma protestante, que descentralizava a vida espiritual que era intermediada pelos clérigos da igreja de então e colocava sobre o individuo a responsabilidade pela sua vida e pelas suas atividades.
    Hoje temos várias dificuldades diante da realidade de que temos que exercer o sacerdócio como Homens comuns e profissionais. Na maioria das vezes as pessoas trabalham em coisas que não gostam ou pelo fato de não terem se preparado bem ou por falta de opção em meio as circunstâncias, vivem em ambientes ruins de muita pressão e todo tipo de guerrinhas diárias. Por isso devemos pensar bem em que profissão caminhar tendo em vista que ali teremos a missão de agradar a Deus realizando o melhor possível. Mesmo não trabalhando em lugares que não projetamos devemos assim honrar a Deus ali, crendo que no mais Deus concede forças a nós nas dificuldades encontradas cotidianamente. O que não podemos é negar nosso chamado e missão para que sejamos homens e profissionais éticos e excelentes em nossas atividades e reconhecidos, isso glorifica a Deus, isso contribui com valores para a sociedade, isso inspira crianças, jovens, isso agrega conteúdo para o todo do lugar aonde estamos alocados. Pesquise mais, entenda mais sobre o Sacerdócio Universal.




      

13 de mar de 2015

O que é "Esperar no Senhor"?

   Olá Leitores! Nesse momento Gostaria de continuar a série de reflexões sobre os jargões do mundo evangélico e analisar o que teria de verdade e de evangelho em tais expressões da cultura religiosa, na nossa meditação anterior refletimos sobre O que é "sentir a presença" de Deus? Sendo essa também uma preciosa viagem aonde aprendemos o sentido dessa expressão.
     Hoje Gostaria de trabalhar com essa expressão "Esperar no Senhor". Essa fala é muito usada em todas as esferas da vida para expressar que você estaria na expectativa de acontecer algo que você pleiteia ou busca, seja um namorado, um emprego, uma questão na vida qualquer, porém nesse texto gostaria de refletir sobre sua aplicação na vida dos jovens na área de relacionamentos, porque até um movimento chamado "Eu escolhi esperar" tem tido grande "sucesso" na propagação de idéias que reforçam o jargão do "esperar" e só essa fala tem "doutrinado" muitos jovens com um tipo de espiritualidade meritória e legalista com base no ato de se "esperar".
Antes de tudo gostaria de colar um texto aqui que vai nos servir de Base:

 At 16:6 Paulo e seus companheiros viajaram pela região da Frígia e da Galácia, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia.
At 16:7 Quando chegaram à fronteira da Mísia, tentaram entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus os impediu.
At 16:8 Então, contornaram a Mísia e desceram a Trôade.
At 16:9 Durante a noite Paulo teve uma visão, na qual um homem da Macedônia estava em pé e lhe suplicava: "Passe à Macedônia e ajude-nos".
At 16:10 Depois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho.

     Nos versos acima temos Paulo em viagem missionária tentando viajar para uma e outra cidade e em duas tentativas sendo impedido pelo Espírito Santo. Vejamos: Algo não deu certo que não puderam viajar para onde planejavam, O Espírito Santo os impediu no sentido de que aconteceu algo, ou eles sentiram que não deveriam prosseguir, mas também não sabiam para onde deveriam. Logo ficando onde estavam foram dormir e em Sonho Deus deu uma direção para um determinado lugar. O texto não diz que eles estavam parados olhando o tempo "esperando" e sim que eles estavam agilizando e caminhando tomando suas decisões da onde queriam ir e que Deus os impedia. Engraçado que eles não foram para o monte orar para saber a "vontade de Deus", mas fizeram o que tinham em mente. Nos dias de hoje no mínimo diriam que eles não estavam "esperando em Deus" porque quiseram por si mesmos viajar sem autorização divina, ou diríamos que eles estavam na "carne", ou se precipitando, mas não o texto fala de missionários enviados por Deus para viagem.
     Quando temos de fato um verdadeiro relacionamento com Deus sabemos que somos livres para atuar na vida, realizar escolhas segundo o bom senso e a racionalidade que o próprio Deus nos concede para tomarmos atitudes e decisões segundo os nossos gostos e paladares e Quando Deus quiser alertar e falar ele é totalmente livre para isso, nos dando sonhos, sinais, nos tirando o sono, ou nos tirando a paz e nos incomodando, em fim, usando seus multimeios na sua multiforme graça, portanto quem de fato se relaciona com ele tem essa convicção e caminha com tranquilidade sem precisar de jargões de nenhuma natureza.
     O problema é que os jovens não têm sido ensinados a ter, ou não tem buscado ter um verdadeiro relacionamento com Deus, precisando de psicologias travestidas de teologia cheio de moralismos ou de medos que nos colocam numa vida de barganhas com Deus e de repressão da razão, da vontade, do afeto e tudo mais. Imagina a coisa mais normal do mundo seria dois jovens se gostarem e começarem a namorar e seguindo a frente quem sabe casar, mas tais jargões colocam desconfiados de nossos próprios afetos verdadeiros quase que demonizando-os, colocam nossos gostos pessoais por certo tipo de pessoa em segundo plano como se alguém por ordem de Deus fosse namorar com alguém que acha feio ou que não é atraente por qualquer razão que tem a ver com o individuo, e por fim colocam jovens sinceros angustiados e culpados se querem o que supostamente "Deus não quer", eu não chamaria isso de relacionamento com Deus, chamaria de sinto de castidade psicológico.
     Creio que essas idéias nos farão refletir mais e melhor e nos ajude a buscar em Deus uma verdadeira espiritualidade longe dos extremismos.  Paz pra todos! Paulo Gustavo

26 de jan de 2015

O que é "sentir a presença" de Deus?

   
 Começando de hoje gostaria de fazer uma série de reflexões com base em clichês religiosos evangélicos que ouvimos desde sempre, expressões que se conhecem e se utilizam para designar algo. A primeira expressão ou o primeiro jargão que me ocorreu é sobre esse " sentir a presença de Deus", gostaria de analisar dentre tantas coisas o que poderíamos aproveitar dessa expressão, dando a ela um contorno de significado conforme o evangelho, e não para ser usada na expressão do "crentês" banal.
       Essa expressão de uso comum no meio evangélico designa o estado da pessoa em que ela supostamente sente uma "presença" ou uma sensação diferente em que supostamente Deus está se manifestando,  por isso presença de Deus. A pessoa relata estar sentindo um poder, uma alegria, em fim.. ela realiza uma catarse emocional sensorial atribuída a  presença de Deus. Gostaria de analisar a luz do evangelho de Jesus os contornos de tais expressões e seu impacto na mentalidade dos cristãos.
      Definida a expressão que estamos usando hoje pelos que a usam, gostaria de analisar o que era caminhar na presença de Deus em cristo e sua vida. A primeira coisa é que estar ou andar na presença de Deus não depende do que se sente em momento algum, não andamos por sentimento em sim por fé, a fé consiste apenas no fato de que há uma confiança que não aumenta e nem diminui por causa de um sentir ou não sentir " a presença de Deus". Tenho certeza que Jesus pregado no madeiro não estava sentindo nada de bom, nada de gostoso, não estava alegre, não estava emocionado, em fim, não estava com nenhuma sensação que se pudesse atribuir a Deus, mas Jesus nunca jamais saiu da presença de Deus, e nem Deus da sua presença. O próprio Cristo clamou: " Deus porquê me abandonaste?". esse mesmo Jesus ouviu do  céu uma voz que dizia: " esse é meu filho amado, nele tenho prazer". O próprio cristo era de Deus e andava na presença do pai e dizia: " eu e o pai somos um" e não saiu da presença de Deus nem quando no madeiro.
      Tal expressão também é muito usada para falar  do momento no culto em que há uma comoção coletiva ou individual que faça as pessoas chorarem copiosamente, tal ideia transporta a experiência máxima com Deus para o assim chamado culto no templo, tirando do individuo todo restinho de ideia de que Deus deve ser buscado no cotidiano banal, que nas mínimas coisas Deus está presente, não permite que a pessoa desenvolva uma busca a todo momento, e que tenha olhos e coração para sentir Deus a toda momento, a verdade é que sem a verdadeira presença de Deus nada somos e nada podemos fazer, Deus está na tristeza tanto quanto está presente na alegria, e que um momento só não pode resumir ou preencher o cristão.
     Outro grande problema do "sentir a presença de Deus" dentro do pensamento popular evangélico é que Deus estar presente é sempre razão para o choro, emoções, perca dos sentidos, e coisas das quais as pessoas vivem e depois do culto não sabem dizer o que aprenderem com a palavra pregada. Nunca nesses lugares as pessoas sentem a presença de Deus pensando, é sempre chorando com grande êxtase misturado com tremidas, línguas mais do que estranhas, e o culto que Paulo chamaria de racional fica emocional até dimais. não que não devamos nos emocionar, isso é parte de nós, mas isso é natural e não deve ser esperado nem emulado, e sim deve sempre tem um sentido final, a edificação.
      O que eu vi de gente sentindo a presença de Deus  e nunca muda nada, não aprende, não cresce, não fica maduro, tem as mesmas duvidas e inseguranças, seu caráter é abaixo do mínimo, me faz pensar se esse sentir a presença não é ó uma histeria, uma catarse emocional sem valor nem conteúdo, ou traumas ou tristezas enraizadas e misturadas a coisas mau resolvidas. Sentir a presença de Deus na bíblia sempre implicou em mudança de trajetória, arrependimento, melhorias, reflexão profunda, coisas que marcam a pessoa de forma a faze-las pensar diferente de antes e buscar o caminho correto.
  espero que esse texto contribua com significado para sua vida não ser levadas por ventos de clichês sem conteúdo que só desenvolvem anões espirituais, pigmeus na  vida e na existência.
Paulo Gustavo


10 de jan de 2015

A igreja só perde pra ela mesma!

   
     Em meio a tantas coisas que podemos observar claramente no meio dito cristão/evangélico/reformado ou qualquer outra coisa parecida, me sinto meio desolado querendo entender o porquê de fato não estamos vivendo a justiça do Reino em nossas vidas, porquê não temos transmitido nada ao mundo? nosso valores e nossas idéias tão fortes, nossos conceitos tão "racionais". Em fim o que falta para de fato mudarmos a cultura e a mentalidade das pessoas do nosso entorno? Será mesmo que estamos fadados a sermos mais um grupo dentre tantos? porque não conseguimos mais doar nossos significados e nossos símbolos de modo a fazê-los ser referência em nossa civilização? eu juro que gostaria muito de entender, também gostaria de estar errado em minha análise e que alguém me mostrasse que tá tudo bem, e que temos de fato realizado algo em que tem sido importante segundo o que o Reino de Deus chamaria de importante.
            Nós temos perdido o debate público nas instâncias da cultura, nas academias, nas artes, na produção de pensamento, temos perdido no mercado das idéias, nossos valores não estão mais sendo colocados em circulação, isso quando não temos vergonha de emitir nossos valores. A igreja de Jesus só perde para si mesma quando se nega a lutar o bom combate, ela sempre perdeu quando desistiu, quando lutou prevaleceu ainda que com muitas vidas pagando. E a Pergunta fica? Qual tem sido a disposição do nosso coração em meio a tudo isso? Temos nos perguntado sobre nossa missão e vocação diante de Deus e do nosso semelhante? quais tem sido as questões da nossa vida? o carro, a casa, o casamento? nada contra tudo isso obviamente, mas será que é só isso que temos que viver? 
       Esse texto é um tanto angustiado, pois são essas perguntas que mais tenho feito para eu mesmo na tentativa de realizar algo bom, algo inspirador, algo que agregue valores, algo que pingue um gota no oceano de tantas coisas más e ruins que vemos contrárias aos bons valores e idéias. Sei que é complicado dividir tanta coisa hoje, a vida está complexa e está pedindo muito de nós, eu tenho vivido isso depois de anos me dedicando só a teologia, tenho precisado focar no trabalho e no estudo, mas sinto que me distanciar de um propósito de contribuir para a igreja seria me perder. Oro para que haja uma reflexão da nossa parte que nos mova a uma  ação e que nossos valores fiquem claros em nossas ações e que através disso Deus trabalhe e que muitos entendam.